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Emails são os principais responsáveis por ataques de hackers na saúde

Publicado por Felipe Affonso em

Quase 200 milhões de pessoas nos EUA tiveram suas informações de saúde expostas em violações de dados desde 2010, de acordo com dados federais.

Esse número só vai subir.

Em 2018, 13 milhões de pessoas tiveram seus dados de saúde expostos em 366 violações. Isso representa um aumento de 2% em relação às 359 violações, em planos de saúde e parceiros informados em 2017.

“A tendência que estamos vendo com base em uma perspectiva de incidência … é que as violações continuaram a piorar”, disse Robert Lord, co-fundador e presidente da empresa de segurança cibernética Protenus.

Houve um aumento significativo nas violações de e-mail nos últimos anos. Desde 2017, o e-mail tem sido o principal meio de divulgação de dados de saúde. Naquele ano, houve 85 violações de e-mail, mais do que o dobro do número registrado em 2016, respondendo por quase um quarto de todas as violações de serviços de saúde.

Mais dados fluem eletronicamente hoje do que há alguns anos, de acordo com Mari Savickis, vice-presidente de assuntos federais da Faculdade de Executivos de Gerenciamento de Informações de Saúde.

Em anos anteriores, as organizações de saúde e seus associados de negócios estavam mais propensos a atribuir violações ao roubo de registros em papel ou laptops.

Muitas violações de e-mail decorrem do phishing, uma tática na qual hackers obtêm dados confidenciais ao se apresentar como uma entidade confiável, como o empregador do destinatário.

Para reforçar a segurança on-line, Savickis sugeriu que as organizações de saúde indiquem um diretor de segurança de informações dedicado e regularmente instruam a equipe sobre como reconhecer possíveis ameaças.

Essa foi uma tradução e adaptação de um artigo escrito publicado pelo blog Modern HealthCare. Para ler o conteúdo em inglês clique aqui.

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