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Telemedicina no Brasil: Realidade pós pandemia?

Publicado por Edimar Salomé em

A COVID-19 causou uma aceleração da adoção da tecnologia em vários setores. O mais importante: a saúde, tem sido diretamente impactada, uma das medidas realizadas no Brasil foi a permissão do Ministério da Saúde, a pedido do CFM do uso de Telemedicina para atendimentos durante o período da pandemia.

Esta liberação veio tarde levando em consideração que, em outros países a telemedicina já é uma realidade inclusive com formações específicas. 

Em tempos de pandemia a Telemedicina ajuda a expandir o acesso a saúde quando o contato físico nem sempre é possível entre médico e paciente. Porém as ações dos líderes em saúde no país são muito importantes para ajudar a ditar os rumos, e tornar a telemedicina em realidade quando passar a crise. 

Dados sobre  Telemedicina nos EUA

De acordo com o site McKinsey & Company até 2019 nos Estados Unidos apenas 11% dos cidadãos utilizavam a Telemedicina, agora 76% das pessoas tem interesse em começar ou continuar utilizando esta modalidade.

O número de atendimentos aumentou em até 175% e 57% dos profissionais passaram a considerar a Telemedicina como favorável aos atendimentos.

O site ressalta ainda que esses números indicam a tendência pelo menos nos próximos 12 a 18 meses ou até que uma vacina esteja disponível. 

Entretanto ainda existem desafios a serem superados como o fluxo de trabalho que deve ser melhorado e é preciso que os profissionais se adaptem criando esses fluxos, outro desafio é a diferença entre a demanda (76% dos pacientes interessados) contra o percentual de médicos disponíveis (57% que passaram a considerar mas não necessariamente iniciaram o uso). 

No Brasil fatores como: facilidade no uso de tecnologia, disponibilidade de boa internet e falta de informação em cuidados e segurança digital também podem influenciar na ampla adoção da Telemedicina.

Em um trecho de entrevista para Associação Paulista de Medicina o diretor executivo do Siate, José Luciano diz que “A experiência do usuário é essencial para que a Telemedicina vá para frente, não apenas a questão de legislação e financiamento. Se tivermos tudo isso sem foco no paciente, mesmo com a tecnologia adequada, segura, clara e eficiente, deixaremos esse projeto morrer. Portanto, Telemedicina tem como foco conectar pessoas em prol da saúde, profissionais e pacientes”.

Com isso em vista, profissionais devem entender mais um papel fundamental do qual serão responsáveis, utilizar a janela aberta pela COVID-19, transformar a telemedicina em oportunidade e atender aos anseios dos pacientes que vêem na telemedicina uma forma mais segura e mais confortável de ter acesso ao atendimento de saúde.

Para ajudar nesta tarefa, a DoutorApp está disponibilizando ferramenta de Telemedicina integrada com agenda e prontuário eletrônico gratuitamente para testes. Com a ferramenta é possível criar uma sala de atendimento virtual onde médico e paciente se encontram por vídeo e áudio de forma segura e tudo isso integrado, mantendo a organização do consultório. Para acesso a ferramenta, basta que o profissional realize o cadastro e começar gratuitamente sem a necessidade de informações de pagamento.


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